Descoberta da agência pode viabilizar, no futuro, a construção de uma base permanente no satélite
Em um anúncio histórico para a ciência, a Nasa – a agência espacial dos EUA – confirmou ontem a existência de água na Lua.A notícia é especialmente importante porque pode viabilizar, em um futuro não muito remoto, um velho sonho: a construção de uma base permanente no satélite.
Não é a primeira vez que cientistas encontram água na Lua, "na primeira vez acharam uma garrafa de Minalba de 600ml perdida na superfície lunar. Cientistas da
N.A.S.A. (VIDE O 1ºPOST) suspeitam de um grupo de cinco ET's de Varginha estavam cherando cola nela e quando viram a sonda lunar encheram a mesma de água e fugiram para que não suspeitassem.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que ia almentar o puliciamento na órbita da aérea do Brasil, e também comentou sobre o incidente do apagão que ocorreu no Brasil e os ET's podem ser suspeitos de depois de estatem cheiradões de teriam acabado com a luz em uma boa parte do Brasil e Paraguai como um ato de vandalismo pela falsificação da cola que é produzida no Brasil e no Paraguai acaba sendo adulterada como outros condimentos tornando assim um efeito menos alucinante, mas isso não vem ao caso" mas nunca foram tão incisivos sobre a descoberta. Conforme a Nasa, foi localizada uma “importante” quantidade de água, em sua forma congelada, na cratera Cabeus, no polo Sul do satélite. A façanha é resultado direto do choque proposital da sonda Lunar Crater Observation and Sensing Satellite (LCROSS) contra a superfície lunar, no dia 9 de outubro. A agência espacial acreditava que havia água congelada no fundo da cratera, onde a temperatura chega a até 240ºC negativos. Os primeiros dados surpreenderam os cientistas: a água existia em quantidade maior do que se desconfiava.
– Estamos revelando os mistérios de nosso vizinho mais próximo e, por extensão, do Sistema Solar – declarou Michael Wargo, cientista-chefe lunar na sede da Nasa em Washington.
– Estamos muito entusiasmados. Os resultados dos testes mostram que havia água presente tanto no vapor que se elevou em ângulo alto quanto no material projetado em ângulo mais baixo – acrescentou Anthony Colaprete, cientista do LCROSS e principal pesquisador do Centro de Pesquisa da Nasa em Moffet Field, na Califórnia.
A LCROSS filmou, por quatro minutos, o impacto da colisão do foguete Centauro contra Cabeus. Depois de transmitir os dados para a Terra, a própria sonda foi atirada contra o mesmo local. O impacto criado pelo foguete Centauro criou um volume de material em duas partes a partir da base da cratera. A primeira parte era composta de vapor e poeira fina, e a segunda, de materiais mais pesados.
O grupo de pesquisa utilizou conhecidas “assinaturas” espectrais infravermelhas da água e de outros materiais e as comparou com o espectro próximo ao infravermelho coletado para a verificação. A descoberta mostra ainda que a água deve estar melhor distribuída pelo satélite do que se suspeitava.
Recentemente, a sonda indiana Chandrayaan-1 já havia detectado uma fina camada de água oculta nos primeiros milímetros do solo lunar, que poderia suprir uma base.